segunda-feira, 14 de março de 2011

AMPLITUDE


A morte não sabe
Em mim coisa alguma
Nem por íntima afinidade

Seiva de caminhos
Por que arda o viver
No mármore simples
É imagem composta

Ungida de mistério
Fronte pendida, errante
Mas tem na pele
A cor do hoje

E conversamos
Como nunca

Miguel-

2 comentários:

marilandia disse...

"A morte não sabe"- DEFUNTAS ILUSÕES!!!

............................................................
No mármore simples -INSONDÁVEIS CAMPAS
.....................................................................
..na pele
A cor do hoje" - DESFRALDANDO O AMANHÃ...

EXUBERANTE VERSEJAR!!!
Beijos.
Marilândia

Karinna* disse...

*A morte me sabe, contudo eu a domo!rsrsrs
Inexorável poema.
Não há o que comentar...só sentir.
BjM-
K*